segunda-feira, 25 de julho de 2011

O que restou de nós

''Por trás de todas as palavras soltas, eu guardei o amor. Queria dizer muito mais, mas quanto mais eu digo mais você vai embora, então ficaremos na monotonia do 'como vai você'. De pouco em pouco a gente se perde. O que me consola é que tudo passa e um dia você vai passar também.
Não entendo o porque disso tudo, se foi o que eu fiz ou o que deixei de fazer, acho que te amei demais, amei tanto que cansou. Isso não era pra ser dor, não era pra machucar. Desculpe-me por ser tão intensa em tudo que vivo.
Por trás de todas as palavras soltas, guardei a gente. Escrevi no meu diário sobre você, escrevi o quanto achava lindo tudo que você fazia. Eu gostava de quem você costumava ser, gostava das suas mensagens, das suas músicas, do seu bom dia e de como você sempre se preocupava. Gostava de deitar na minha cama e pensar no que poderia acontecer.
É inexplicável como a vida é incerta, ontem nós fazíamos planos futuros e hoje seu plano já não se encontra ao meu. Não te culpo, te entendo. A gente gosta, desgosta, gosta de novo. É quase sem querer...''
Gabri

Um comentário:

  1. "A gente gosta, desgosta, gosta de novo. É quase sem querer...". Essa foi a frase que eu mais gostei do seu texto. É engraçado, né? Eu fico tão mal só de pensar nessa frase, sendo que isso já aconteceu comigo uma vez. Esse negócio de gostar, não gostar mais, gostar de novo, desgostar mais uma vez... É involuntário, tenho que admitir, haha. Adorei Gabri, e obrigada pela visita também! :)

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